Acordo Coletivo

BRASIL DEVE R$ 7 TRILHÕES E PAGA JUROS DE 13,75% AO ANO SOBRE O MONTANTE

Texto de Pedro do Coutto

No final da tarde de segunda-feira, o Banco Central informou que a dívida bruta do governo brasileiro, incluindo INSS, atingiu R$ 7,2 trilhões, montante sobre o qual, acrescento, correm juros anuais de 13,75%, taxa Selic, que rege a correção dos títulos do Tesouro Nacional que lastreiam o endividamento do país. Estes títulos encontram-se nas mãos dos bancos, dos fundos de investimentos e dos fundos de pensão das empresas estatais que aplicam os seus recursos nesse setor do mercado financeiro.

Reportagem de Fernanda Trisotto, O Globo, focaliza amplamente o tema, incluindo um ponto assinalado pelo próprio Banco Central, que a dívida está na proporção de 73% do Produto Interno Bruto e que esse cotejo é o menor desde o ano de 2017.

Escapismo

Fazer essa comparação é uma forma de escapismo, pois não se trata de números estáticos. O valor do PIB é móvel, cresce. O valor do endividamento com isso pode adquirir uma proporção percentual menor. É preciso confrontar os números concretos do endividamento em 2017 com o PIB registrado naquele ano. Caso contrário, a comparação fica desfocada. É o que aconteceu.

Inclusive a incidência da percentagem de 13.75% ao ano sobre R$ 7,2 trilhões fornecerá o custo do desembolso ao longo de 12 meses para girar a dívida interna. Esses recursos oscilam em torno de R$ 800 bilhões, atualmente. Em matéria de Produto Interno Bruto, ele se encontra hoje na escala de R$ 6,5 trilhões.

Número absoluto

Mas o tema fundamental é que citar percentuais sem citar o número absoluto sobre o qual incide dá margem a que o problema possa ser desfocado. O endividamento brasileiro cresceu nos últimos anos. Inclusive porque o governo não dispõe de R$ 800 bilhões para pagar os juros da dívida, e logo emite novos títulos que o mercado absorve.

Mas reparem que quando, em 2021, a inflação atingiu 10%, segundo o IBGE, o BC elevou a taxa Selic para 13,75%. Em 2022, o mesmo IBGE, achou uma taxa inflacionária de 5,7%. Entretanto, o índice da Selic permaneceu na escala de R$ 13,75%, adotada quando a inflação tinha sido de 10%. Contradições que geram encargos que incidem sobre o consumo da população.

Fonte: Tribuna da Internet 

Acordo Coletivo

SINGAREHST repudia declarações de Vereador da capital Palmas
Vereador José do Lago Folha

O Sindicatos dos Garçons e Empregados em Hotéis, Bares e Restaurantes do Estado do Tocantins vem a público repudiar as declarações do Vereador Folha (Patriota) na ultima terça-feira, 04 de maio de 2021.

O parlamentar não conhece o segmento gastronômico da Capital, não tem noção de quantas famílias dependem desse ramo de atividade para tirar o sustento, com certeza os produtos e serviços comercializados em bares e restaurantes são lícitos e os impostos arrecadados geram riquezas para o municipio e estado.

O setor está sofrendo a mais de um ano com os decretos que não tem eficacia prática e quebram o setor desemprgando milhares de pessoas.

 

“LAMENTÁVEL” …